Conheça as áreas de atuação realizados em nosso consultório e como eles podem ajudar no desenvolvimento do seu filho(a).
O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por dificuldades persistentes na comunicação e interação social, associadas a comportamentos e interesses restritos e repetitivos. Os sinais devem surgir na infância e variar entre os indivíduos.
A avaliação neuropediátrica busca identificar sinais precoces, compreender o perfil individual da criança e diferenciar o TEA de outras condições do neurodesenvolvimento.
O acompanhamento orienta intervenções baseadas em evidências, integração
terapêutica e suporte contínuo à família, respeitando o potencial e o ritmo de cada criança.
O TDAH se caracteriza por dificuldades persistentes de atenção, impulsividade e/ou hiperatividade, que impactam o desempenho escolar, social e emocional.
A avaliação considera o desenvolvimento global, o contexto familiar e escolar e possíveis comorbidades. O manejo pode incluir orientação comportamental, ajustes ambientais, acompanhamento terapêutico e, quando indicado, tratamento medicamentoso, sempre com monitoramento cuidadoso da evolução.
A fala é um marco fundamental do neurodesenvolvimento infantil. Alterações nessa área podem interferir diretamente na comunicação funcional da criança e repercutir no comportamento, na socialização e no aprendizado.
Consideramos atraso de fala quando a criança não alcança, no tempo esperado para a idade, marcos como iniciar palavras, ampliar o vocabulário ou formar frases compreensíveis para se comunicar.
Os distúrbios da fala referem-se a dificuldades específicas na produção dos sons da fala, como alterações de articulação ou fluência.
A avaliação neuropediátrica é essencial para identificar se essas dificuldades são isoladas e transitórias ou se fazem parte de um transtorno do neurodesenvolvimento. A partir desse entendimento, o cuidado é organizado de forma individualizada, com orientação terapêutica adequada, indicação de fonoaudiologia e acompanhamento evolutivo contínuo.
Dificuldades persistentes no desempenho escolar podem estar associadas a fatores neurológicos, cognitivos, emocionais ou sensoriais.
A avaliação do neurodesenvolvimento permite compreender as causas dessas dificuldades e direcionar intervenções adequadas, evitando rotulações precoces e promovendo estratégias individualizadas de aprendizagem.
São transtornos específicos da aprendizagem que afetam, respectivamente, a leitura/escrita e as habilidades matemáticas.
A avaliação busca identificar o perfil cognitivo da criança, diferenciando dificuldades pedagógicas de transtornos do neurodesenvolvimento. O manejo envolve orientação à família, à escola e intervenções especializadas, respeitando as potencialidades individuais.
O TDL envolve dificuldades persistentes na aquisição e no uso da linguagem, sem que haja comprometimento intelectual ou sensorial que explique o quadro.
A avaliação neurológica diferencia atrasos transitórios de alterações estruturadas da linguagem. O acompanhamento orienta intervenções fonoaudiológicas específicas e estratégias que favorecem o desenvolvimento comunicativo e acadêmico da criança.
A Deficiência Intelectual envolve limitações no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, com início na infância.
A avaliação neurológica busca compreender o grau de comprometimento, as habilidades preservadas e as necessidades específicas da criança. O acompanhamento orienta intervenções precoces, suporte familiar e planejamento terapêutico focado em autonomia e qualidade de vida.
Alterações do sono infantil podem impactar diretamente o comportamento, a atenção, o humor e a aprendizagem.
É fundamental uma avaliação clínica aprofundada, identificando causas neurológicas, comportamentais e ambientais. A terapêutica se baseia, inicialmente, em orientações de higiene do sono, ajustes de rotina e, quando necessário, tratamento medicamentoso específico, sempre integrado ao desenvolvimento global da criança.
O PAC ocorre quando o cérebro tem dificuldade em interpretar e organizar os sons, mesmo na presença de audição periférica normal.
Crianças com PAC podem apresentar dificuldade para compreender fala em ambientes ruidosos, seguir instruções verbais, manter atenção auditiva, aprender conteúdos escolares e desenvolver linguagem de forma eficiente.
A avaliação neurológica dever ser criteriosa e integrada, considerando o desenvolvimento global da criança, linguagem, atenção, funções executivas e desempenho escolar. Quando indicado, o diagnóstico é complementado por avaliação e intervenção audiológica específica.
Alterações no processamento sensorial podem interferir no comportamento, na atenção, na autorregulação emocional e na participação da criança nas atividades do dia a dia.
A avaliação neurológica identifica padrões de hiper ou hiporresponsividade sensorial, dificuldades proprioceptivas, vestibulares e de integração sensorial. O manejo envolve orientação familiar, organização ambiental e encaminhamento para Terapia Ocupacional com Integração Sensorial, quando indicado, sempre integrado ao acompanhamento neurológico.